Sobre mim

Nascida em Brasília, mora em Goiás desde sempre, é mais goiana do que candanga, mas não consegue gostar de pequi. Dezoito anos sendo escritos a cada dia. Negra de pele clara com olhos escuros como duas jabuticabas frescas. Aprendeu a amar os cachos com o tempo, não se vê sem eles e aceita o estado de rebeldia que vivem. Escorpiana que segue perfeitamente a descrição: ansiosa, intensa, inquieta, impaciente e extrovertida. Espírita kardecista com família do Candomblé, se vê imersa em estudos sobre o Universo e sobre Energia por meio do contato com essas religiões. 

Comunicativa, no sentido máximo de um eufemismo para uma pessoa tagarela. Com 1,58 de altura é completamente desajeitada, acredita que a gravidade deve agir mais em pessoas pequenas e por isso tropeça e bate tanto nos lugares. Caçula de dois irmãos mais velhos e de pais incríveis. Namora um espanhol aspirante a brasileiro, com todas as possíveis letras de funk na ponta da língua e um ânimo para atividade física que a obriga a ser ativa. Descobriu seu ativismo social como feminista e pesquisadora do movimento negro brasileiro por influência da literatura e do cinema.

Realiza atualmente o sonho de cursar Jornalismo, na Universidade Federal de Goiás. É apaixonada pela escrita desde que conheceu as palavras dentro dos gibis, escreve poesia e crônicas que compartilha timidamente com alguns amigos. Além disso, encontrou um novo amor pelo universo Audiovisual, principalmente por Cinema e Fotografia, tem dedicado grande parte de seu tempo para fotografar: um hobbie que se transformou em uma paixão responsável por horas de estudo e experimentações. 

O vermelho é sua cor favorita, estando sempre nas suas roupas, nos seus acessórios, nos seus itens de papelaria e em todo local possível. Tem um cachorro chamado Pudim, seu doce favorito na face da Terra, e mesmo tendo uma preferência escancarada por cachorros ama todos os animais. Aprendeu a gostar de chocolate meio-amargo, mas não entende a existência de chocolate branco e como algumas pessoas gostam. Antigamente preferia comida de sal do que de doce, entretanto, aceitou a realidade que gosta mesmo é de comer.

É cinéfila no sentido popular do termo, tendo Star Wars como sua saga favorita e How I Met Your Mother como sua série predileta, mesmo com Brooklyn Nine-Nine como concorrente direta na lista. Está aprendendo a consumir documentários, explorando o catálogo da Netflix em busca de conhecimento, não só entretenimento.

Gosta de livros de todos os gêneros e tamanhos, mas prefere ficções com um toque de fantasia e um bom cenário medieval no fundo, mas não faz ideia de qual é seu livro favorito. Foi apresentada para a podosfera por meio de seu irmão que a fez ouvir Nerdcast, Gugacast, Naruhodo e alguns outros podcasts que preenchem seus dias. Sua rede social favorita é o Twitter, onde ela se afunda entre memes incríveis e conhece gente de todos os lugares do país por meio de tweets divertidos e críticos na mesma medida. 

Está envolvida com a blogosfera desde 2010, mas de todas as suas tentativas o Literamaniaca é a iniciativa que mais coloca fé. Criou o blog no 31 de maio de 2014 após a viagem a São Paulo, a ideia do blog surgiu após um surto concluindo a leitura do terceiro livro da saga "A Seleção", que gerou uma vontade insana de escrever uma resenha despojada e informal. A partir dos comentários e mensagens de pessoas que haviam lido e gostado de sua escrita, acabou criando o Literamaniaca, recebendo ajuda constante da família e dos amigos. 

Apesar de tropeços no caminho e um tempo desativado, dentro do curso percebeu a necessidade de escrever e compartilhar pensamentos que não cabem mais nas folhas de seu caderno. Voltou ao blog em 2018 tomando responsabilidade de toda a plataforma sozinha. Para ela, o blog é uma extensão de sua mente e da sua personalidade em uma página online. Escreve sobre o que acredita e o que gosta numa frequência de postagens que cabem em sua rotina e no ritmo de suas próprias ideias.