Sobre mim

terça-feira, dezembro 13, 2016 Cecilia Fernandes 0 Comments

Candanga de nascença que assiste em Goiás. Dezesseis bem vividas primaveras. Pele morena e olhos escuros como duas jabuticabas frescas. Ama os cachos mesmo estando constantemente em guerra com eles. Baixinha que se acha valente com os seus 1,56. Caçula da casa e da família. Escorpiana que segue a descrição. Ansiosa. Inquieta. Hiperativa e extrovertida. Falante como um papagaio. Completamente desajeitada, coleciona no corpo machucados e histórias de suas aventuras e desavenças. Caçula da família, xodó dos pais e dos irmãos ciumentos.


Blogueira de longo prazo e de extensas tentativas. Aspirante a escritora e poetisa sonhadora. Futura estudante de jornalismo. Se considera fotógrafa de momentos e detalhes que quase ninguém vê. Leitora ávida desde os seis anos. Artista que vive com blusas manchadas de tinta ou a mão enfiada na terra. Atua há cinco anos e ama bastante o palco. Faz trabalho voluntário aos sábados, acredita que quando podemos ajudar e não ajudamos, estamos sendo egoístas e de certo modo mesquinhos. Feminista sim, mas por necessidade, por acreditar na igualdade social entre as pessoas. 

Gosta de vermelho e roxo, duas cores que entraram na sua vida sem pedir licença. É menina e nunca gostou de rosa, mas adora a flor. Prefere comida de sal a doce. Ama correr e não tem paciência nenhuma para pedalar. Adora academia, tanto por amar a si mesma quanto pelos textos que são pensados ali. Troca facilmente seu celular por um bom livro. Acompanha mais séries do que o recomendado. Nerd de carterinha desde que se conhece. Tem sempre uma referência ou um trocadilho na ponta da língua. Rainha das piadas ruins que ninguém ri. Prefere cachorros, mas ama todos os animais de forma igual. Gosta de arrancar risadas e sorrisos dos outros. Dizem que abraça bem e por isso abraça a todos, sem distinção. Adora ouvir as músicas com seu nome, e qualquer música com uma boa letra. Prefere abraços longos. Adoradora eterna de itens decorativos e alternativos. Vive cantarolando alguma música. Não gosta de chocolate amargo, filosofa que de amargo a vida já tem muita coisa, por isso vive com algum doce na bolsa, mas só por emergência.

Criou o blog no 31 de maio de 2014 após a viagem a São Paulo (onde o pai morou por três anos). A ideia do blog surgiu após um surto concluindo a leitura de um livro que gerou uma vontade insana de escrever uma resenha despojada e informal. Recebeu os primeiros comentários de pessoas concordando com sua crítica e rindo bastante. Uma coisa levou a outra e contando com a ajuda constante da família e dos amigos decidiu criar o Literamaniaca*. A escritora está nesse mundo virtual com o blog há dois anos e ama cada detalhe desse espaço que ela mesma projetou, considera o blog como uma extensão da sua mente e da sua personalidade projetada em uma página da internet. Espera que dê frutos, espera alcançar pessoas tão loucas como ela por meio das postagens e de seus textos, mas acredita que fazer o que gosta vale mais a pena sempre.
 *Literamaniaca é uma analogia criada por mim para se referir a uma pessoa maníaca por literatura e derivados como filmes, músicas, séries e outros assuntos que podem surgir a partir dos livros; pode ser usado também como adjetivo para me definir

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