Conheça: Dua Lipa


Alô, alô vocês
Durante meu recesso de músicas pop, em que me reencontrei dentro do gênero nacional, alguns bons lançamentos surgiram e conquistaram espaço significativo em meu coração. Entre todas as músicas com mesma batida, letra, mensagem e ideia eis que surge a tal da Dua Lipa, que desde Blow Your Mind (Mwah) havia me encantado, mas tem crescido significativamente dentro do mundo da música e da minha playlist. 
A postagem musical dessa vez é sobre ela, espero que gostem.
Dua Lipa é natural de Londres, virginiana do dia 22 de agosto de 1995, seu primeiro nome é uma palavra de origem albanesa que significa amor. Seus pais, que são albaneses de Kosovo, foram para o Reino Unido e após algum tempo retornaram para a cidade natal durante a pré-adolescência da filha. Aos 14 anos de idade, começou a postar covers de algumas de suas canções faovirtas em seu canal no YouTube, interpretando artistas como Nelly Furtado e Christina Aguilera. Aos 15 anos de idade, Dua voltou para Londres, motivada pela ideia de construir uma carreira na música, e acabou morando com alguns amigos que residiam na capital inglesa. Em 2011, começou a realizar trabalhos como modelo. 

 No ano de 2015, Dua assinou um contrato com a gravadora Warner Music e passou a trabalhar em seu disco de estreia no mesmo ano. Em agosto, lançou seu single de estreia "New Love", seguido de "Be The One" que atingiu o top 10 em cinco países. Seu álbum de estreia, auto-intitulado Dua Lipa, foi lançado no dia 2 de junho de 2017 e conquistou posições positivas nas paradas de álbuns por todo o mundo.

Tendo influências no universo do hip hop, a cantora pop é considerada uma das artistas mais promissoras no mundo da música pela BBC e pela MTV. Com uma voz grave e aveludada, Dua Lipa encontra-se muito a frente dos artistas da nova geração, justamente por sair do padrão e desafiar o estilo em que está inserida a partir das letras e da sonoridade de suas músicas. Seu sucesso crescente é plenamente justificado pela personalidade imposta dentro dos videoclipes, transmitindo sua identidade e seu estilo na frente das câmeras nas mais diversas situações.

Dua Lipa constrói e desconstrói uma visão positiva sobre uma mulher forte, determinada, capaz, badass e acima de tudo autossuficiente. É uma inspiração de pessoa, além de possuir músicas contagiantes com mensagens importantes à geração que a escuta, demonstrando sua capacidade e maturidade de conquistar a muitos com seu talento espontâneo.

Minhas músicas favoritas dessa moça linda:
1 | 2 | 3 | 4 |

Resenha: Outros jeitos de usar a boca


Alô, alô vocês que curtem uma poesia sincera como eu
Finalmente, minha edição desse livro chegou até aqui em casa e eu nunca me senti tão feliz com uma leitura como me senti durante as páginas desse livro. Muitas pessoas haviam me indicado lê-lo, tanto como inspiração para minhas próprias poesias, quanto para um aprendizado positivo, e eu acabei comprando-o pelo Submarino por um preço super bacana e em conta. 
Depois de me deliciar mil vezes com cada página, decidi falar sobre o livro aqui, apesar da minha tão conhecida preguiça de resenhar um livro. Espero que gostem.

O livro é escrito pela maravilhosa Rupi Kaur, uma escritora e artista indiana migrou para o Canadá e aos 24 anos publica livros incríveis e sinceros. O livro "Outros jeitos de usar a boca" é uma tradução de sua primeira obra intitulada de "Milk and honey", publicada independentemente pela escritora que alcançou um público enorme e variado quando sua obra ganhou sucesso. 

Dividido em quatro partes - a dor, o amor, a ruptura e a cura - o livro trás poesias sinceras, brancas e livres assim como a própria Rupi se releva dentro das páginas, ilustradas por ela mesma. 


Abordando temas relacionado a feminilidade, ao abuso, a sexualidade, ao coração partido e muitos outros ligados ao emocional, Rupi conta algumas histórias de sua vida e seus aprendizados durante todos os processos difíceis que enfrentou, mostrando-se como uma mulher forte em constante transformação, defendendo o empoderamento feminino e a liberdade das mulheres. Através de poesias pequenas, simples e claras, ela utiliza de metáforas e comparações para compor as mensagens que deseja transmitir.

O livro é super simples e direto, sendo possível termina-lo em poucas horas, tornando a leitura dinâmica e ainda assim atingindo o leitor a cada palavra, transportando-o para as experiências vividas e retratadas em duzentas e poucas páginas incríveis e recheadas de sentimentos variados.

O que mais me atraiu na leitura desse livro, além do hype que ele tem na internet e todas as opiniões positivas que ouvi de youtubers e blogueiros, é a força que ele transmite. A Rupi me fez sentir minha própria força, encontrar uma voz que antes estava quieta em mim e me fez gritar versos incríveis de minha própria autoria, ela me mostrou que eu posso ser sim uma mulher forte e apesar das minhas cicatrizes continuar vivendo e realizando tudo, sem me culpar, sem me colocar para baixo por conta do meu erro.

O amor que sentimentos em cada página transcende das palavras e acaba atingindo a quem lê, independente do gênero, da etnia e do sexo, "Outros jeitos de usar a boca" busca simplesmente mostrar a realidade de uma escritora e de muitas mulheres da forma mais bonita possível: por meio da poesia. É um livro que eu indico para todas as pessoas, não somente por conta do preço acessível ou da leitura fácil, mas justamente pelo sentimento que o livro causa durante todo o processo de reconhecimento e entendimento do que existe dentro dele.

Dados:
Nome: Outros jeitos de usar a boca
Autor: Rupi Kaur
Editora: Planeta
Lançamento: 2014
Nº de páginas: 205
Instagram da escritora: aqui
Site oficial: aqui
Classificação: 

O que tem me inspirado ultimamente #2

(via pexels)
Alô, alô vocês
No mês de julho acontecem as férias, entretanto, nesse ano de 2017 optei por utilizar o mês para estudar para o vestibular e manter-me produtiva para entrar na maratona do segundo semestre disposta, e não me arrastando por ficar trinta e um dias sem fazer nada. A fim de cumprir meu objetivo de escapar da monotonia nesse mês, optei por encher meus dias com coisas que me inspiram e compartilha-las aqui, espero que gostem e compartilhem comigo a sensação de produtividade.

1. Camisetas escuras e lisas; não é segredo para ninguém o meu amor por estilos simples e visuais sem muito exagero, mas ultimamente tenho perseguido marcas com camisetas básicas, encontrando-me entre as roupas da BlueSteel e da MyBasic com muito apreço pela vasta paleta de cores ofertadas aos clientes;
2. Os desenhos da minha amiga Lívia; ah, essa Lívia é uma das pessoas que eu mais amo no mundo, até os rabiscos de teste de giz de cera dela eu guardo no coração, justamente por gostar de cada traço que ela cria, seus desenhos e invenções são publicados na página ARTeira lá no Facebook, o que mais me inspira no que ela cria e a criatividade constante e latente;
3. Cacheadas da internet; o meu cabelo é uma das coisas mais marcantes da minha aparência e da minha pessoa, desde que o assumi ano passado, tenho estado numa batalha gigante para deixa-lo crescer e tomar forma livremente, por isso tenho buscado na internet cacheadas que me inspirem a trata-lo da melhor maneira possível;
4. Covers acústicos; nada mais prazeroso do que ouvir a composição voz-violão, ainda mais com músicas conhecidas que ficam ainda melhores quando tocadas num ritmo tranquilo e cadenciado, meu vício por covers retornou com total força e continuo atrás de boas indicações;

5. Tatuagens e mais tatuagens; recentemente, estruturando uma postagem para o blog, encontrei na internet diversos conteúdos relacionados às tatuagens feita entre os seios, comecei a me interessar e a me inspirar em desenhos e desenhistas a fim de explorar mais esse estilo, podendo compreender o hype relacionado a isso 
6. A poesia de Rupi Kaur; conheci a mesma através de imagens na internet e das páginas do Facebook, a partir daí entrei em contato com seus livros e acabei apaixonando-me pela forma com que a mesma escreve, me inspirando para minha própria escrita;
7. Tudo que me remeta a praia; a saudade da Bahia está latente, das praias principalmente, e na intenção de controlar minha ansiedade para viajar novamente, me encho de qualquer conteúdo relacionado a essa parte incrível do país, além disso, pensar na possibilidade de viajar esse ano me instiga a continuar estudando a fim de aproveitar da melhor forma possível o meu retorno ao mar;
8. Os ensinamentos da Monja Coen; a Coen é uma das mulheres que mais me inspiram e me impulsionam a ser uma boa pessoa, conheci-a através da minha mãe e me apaixonei pela energia da moça instantaneamente, ela compartilha aprendizados e conhecimento através do Canal MOVA no YouTube e um dos meus vídeos favoritos dela é sobre amor e apego, provando a magnitude da positividade em torno dela.

Tatuagens de rosas

Alô, alô vocês
Essa semana estava procurando sobre tatuagens para estruturar uma postagem aqui no blog e acabei me encontrando dentro da parte abordando sobre flores, um tema que tem sido bastante tatuado atualmente e encontra-se em um hype incrível entre as pessoas. Embora os girassóis tenham me atraído bastante, mas apesar de não gostar tanto de tatuagens grandes, as rosas me conquistaram com suas as cores e o desenho em si. Espero que gostem da pesquisa que fiz sobre o assunto.
Significado das tatuagens de rosa
A rosa é um dos maiores símbolos da cultura do Ocidente, essa flor é a representação de diversas Deusas em diferentes religiões, mas principalmente para Afrodite - deusa grega do amor e da beleza. Elas vão muito além da paixão e da paz como estão comumente associadas, em sua essência elas carregam a ideia de amor, porém um amor puro e diferente de tudo. 

São originárias da Pérsia, onde eram consideradas flores masculinas, mas com o tempo foram associadas aos traços femininos e ligada com o romantismo entre os casais. As tatuagens de rosas eram comuns entre os marinheiros na década de 1940, feita para suas amadas deixadas em terra firme enquanto os homens prestavam seus deveres com o país. 

As rosas representam a beleza através das formas, dos desenhos, do formato e também das cores. Quando vem acompanhadas de espinhos transmitem certa rigidez a essa beleza, mostrando-a como algo perigoso e admirável na mesma medida, na ausência de espinhos retratam a delicadeza e a suavidade. Elas podem estar associadas também com o amor, manifestado relacionado com a forma e a essência do ser, expressando um sentimento mais puro e sentimental.

As cores nas rosas possuem diferentes significados, sendo associadas tanto as Teorias das Cores quanto ao padrão das próprias flores na realidade. As rosas vermelhas representam o amor verdadeiro, o amor romântico e intenso. As corais trazem ideia de desejo enquanto as de cor rosa transmitem graça, elegância e delicadeza. As amarelas são associadas a um amor familiar, mais interpessoal e particular. As azuis transmitem a ideia de algo impossível, tendo em visto que só existem artificialmente e as preto e branco são feitas na intenção de exaltar o formato das flores antes de tudo.

O interessante sobre as tatuagens de rosas é por não pertencerem a um sexo somente, combinando com homens e mulheres por conta das diferentes maneiras de desenha-las e representa-las no corpo humano, permitindo uma maior vastidão de possibilidades e formas em sua construção.
Inspirações do Pinterest

Filme: Capitão Fantástico

Alô, alô cinéfilos
Depois de assistir esse filme algumas vezes, acabei adicionando-o à minha lista de filmes favoritos. A paixão pela história surgiu desde o início, quando recebi a indicação por parte de alguns amigos meus, e fui motivada a resenhar a obra no blog a fim de passar adiante a recomendação. Espero que gostem e apreciem a mensagem incrível por trás do enredo do filme.

O filme Capitão Fantástico tem como protagonista Ben Cash (Viggo Mortensen), pai de seis filhos criados longe da civilização. Educados na natureza com uma rotina de exercícios físicos intensos, leitura erudita, estudo de línguas, conhecimento musical vasto, as crianças aprendem desde a caçar até construir os próprios utensílios e vivendo de acordo com os princípios da sociedade ideal de Noam Chomsky. Após o suicídio da mãe dessa família, motivada pelos seus transtornos bipolares, a família é obrigada a migrar até a cidade dos pais da mesma a fim de atender ao enterro cristão e tentar impôr a vontade da matriarca, Leslie (Trin Miller), deixada por escrito em um testamento.

O conflito principal do filme mostra uma família educada a lidar com tudo, exceto a realidade capitalista existente fora da região em que vivem. A narrativa é construída sobre a ideia de que a fuga de um sistema autoritário pela defesa de uma vida livre e igualitária acaba permitindo a criação de um outro regime dominador, em que a autoridade passa a ser o próprio defensor da liberdade.

Possuindo críticas consistentes ao estilo de vida americano, ao consumismo, ao liberalismo econômico e conceitos enraizados na sociedade atual, Capitão Fantástico busca retratar a questão do isolamento como forma de livrar-se das problemáticas contemporâneas, provando a necessidade de haver um equilíbrio entre todas as partes.

O filme é construído naquele padrão roadtravel semelhante à Pequena Miss Sunshine e Na natureza selvagem em que a viagem é mais importante que o destino final. Durante o trajeto percebemos a relação entre os filhos e Ben ser abalada e reconstruída de diversas formas, acompanhando o amadurecimento dos personagens e o papel de cada indivíduo no núcleo familiar. Embora as personagens femininas não possuam uma construção emocional tão presente quanto os rapazes Bo (George McKay) e Rellian (Nicholas Hamilton), cada um exerce um papel complementar na família e na narrativa, seja por meio da sensibilidade que afeta as decisões conjuntas ou a revolta que os instiga contra o sistema que veem durante a viagem. 

Outra questão importante é sobre o contato entre Ben e seus conhecidos, que o criticam fortemente pelo estilo de vida que tomou para si e sua família, tentando colocar na sua mente a necessidade de viver de acordo com os padrões para prover aos filhos o que é tido como "importante". Em diversas cenas, o protagonista prova que a educação que deu às crianças é superior a oferecida pelo sistema, desconstruindo os padrões estabelecidos e reforçando as falhas existentes no estilo de vida americano. 

Entretanto, ainda que sua família apresente diversos pontos positivos, os pontos negativos referentes à insegurança social e ao pouco conhecimento prático das crianças provam tanto para Ben quanto para quem assiste o filme que a solução não está no isolamento completo, e sim numa reformulação dos valores atuais na intenção de ter o melhor das duas realidades com máximo aproveitamento possível. 

O que mais me apaixonou no filme, além do estilo de vida dos personagens e o elenco em si, é perceber que os personagens não são revoltados ou anarquistas, mas sim libertários. A história é construída sobre um amor altruísta, em que o pai abriria a mão dos próprios filhos pela felicidade deles, em que as escolhas dos mais novos são debatidas em uma discussão saudável e que todos os problemas são solucionados com esse amor em primeiro lugar, antes do orgulho pessoal ou o de qualquer manifestação do egoísmo. A construção de uma sociedade ideal retratada pela família vai muito além da igualdade, chegando até aos valores sociais pautados em sentimentos sinceros e uma comunhão equilibrada. 

Capitão Fantástico possui uma fotografia incrível, o espírito independente existente em torno do enredo é retratado na montagem, na produção, na caracterização dos personagens e principalmente nos cenários. Minha cena favorita acontece no final do filme, num momento musical em que uma paz enorme invade a qualquer um que reconheça a ideia a ser transmitida, mas assumo que o filme me tomou por inteiro do começo ao fim, desde as cenas tocantes até as mais engraçadas. 

Detalhes:
Lançamento: 22 de dezembro de 2016
Dirigido por: Matt Ross 
Gênero: comédia dramática
Duração: 1h58min
Nacionalidade: EUA
Trailer do filme: aqui
Classificação: