Tatuagens de rosas

Alô, alô vocês
Essa semana estava procurando sobre tatuagens para estruturar uma postagem aqui no blog e acabei me encontrando dentro da parte abordando sobre flores, um tema que tem sido bastante tatuado atualmente e encontra-se em um hype incrível entre as pessoas. Embora os girassóis tenham me atraído bastante, mas apesar de não gostar tanto de tatuagens grandes, as rosas me conquistaram com suas as cores e o desenho em si. Espero que gostem da pesquisa que fiz sobre o assunto.
Significado das tatuagens de rosa
A rosa é um dos maiores símbolos da cultura do Ocidente, essa flor é a representação de diversas Deusas em diferentes religiões, mas principalmente para Afrodite - deusa grega do amor e da beleza. Elas vão muito além da paixão e da paz como estão comumente associadas, em sua essência elas carregam a ideia de amor, porém um amor puro e diferente de tudo. 

São originárias da Pérsia, onde eram consideradas flores masculinas, mas com o tempo foram associadas aos traços femininos e ligada com o romantismo entre os casais. As tatuagens de rosas eram comuns entre os marinheiros na década de 1940, feita para suas amadas deixadas em terra firme enquanto os homens prestavam seus deveres com o país. 

As rosas representam a beleza através das formas, dos desenhos, do formato e também das cores. Quando vem acompanhadas de espinhos transmitem certa rigidez a essa beleza, mostrando-a como algo perigoso e admirável na mesma medida, na ausência de espinhos retratam a delicadeza e a suavidade. Elas podem estar associadas também com o amor, manifestado relacionado com a forma e a essência do ser, expressando um sentimento mais puro e sentimental.

As cores nas rosas possuem diferentes significados, sendo associadas tanto as Teorias das Cores quanto ao padrão das próprias flores na realidade. As rosas vermelhas representam o amor verdadeiro, o amor romântico e intenso. As corais trazem ideia de desejo enquanto as de cor rosa transmitem graça, elegância e delicadeza. As amarelas são associadas a um amor familiar, mais interpessoal e particular. As azuis transmitem a ideia de algo impossível, tendo em visto que só existem artificialmente e as preto e branco são feitas na intenção de exaltar o formato das flores antes de tudo.

O interessante sobre as tatuagens de rosas é por não pertencerem a um sexo somente, combinando com homens e mulheres por conta das diferentes maneiras de desenha-las e representa-las no corpo humano, permitindo uma maior vastidão de possibilidades e formas em sua construção.
Inspirações do Pinterest

Filme: Capitão Fantástico

Alô, alô cinéfilos
Depois de assistir esse filme algumas vezes, acabei adicionando-o à minha lista de filmes favoritos. A paixão pela história surgiu desde o início, quando recebi a indicação por parte de alguns amigos meus, e fui motivada a resenhar a obra no blog a fim de passar adiante a recomendação. Espero que gostem e apreciem a mensagem incrível por trás do enredo do filme.

O filme Capitão Fantástico tem como protagonista Ben Cash (Viggo Mortensen), pai de seis filhos criados longe da civilização. Educados na natureza com uma rotina de exercícios físicos intensos, leitura erudita, estudo de línguas, conhecimento musical vasto, as crianças aprendem desde a caçar até construir os próprios utensílios e vivendo de acordo com os princípios da sociedade ideal de Noam Chomsky. Após o suicídio da mãe dessa família, motivada pelos seus transtornos bipolares, a família é obrigada a migrar até a cidade dos pais da mesma a fim de atender ao enterro cristão e tentar impôr a vontade da matriarca, Leslie (Trin Miller), deixada por escrito em um testamento.

O conflito principal do filme mostra uma família educada a lidar com tudo, exceto a realidade capitalista existente fora da região em que vivem. A narrativa é construída sobre a ideia de que a fuga de um sistema autoritário pela defesa de uma vida livre e igualitária acaba permitindo a criação de um outro regime dominador, em que a autoridade passa a ser o próprio defensor da liberdade.

Possuindo críticas consistentes ao estilo de vida americano, ao consumismo, ao liberalismo econômico e conceitos enraizados na sociedade atual, Capitão Fantástico busca retratar a questão do isolamento como forma de livrar-se das problemáticas contemporâneas, provando a necessidade de haver um equilíbrio entre todas as partes.

O filme é construído naquele padrão roadtravel semelhante à Pequena Miss Sunshine e Na natureza selvagem em que a viagem é mais importante que o destino final. Durante o trajeto percebemos a relação entre os filhos e Ben ser abalada e reconstruída de diversas formas, acompanhando o amadurecimento dos personagens e o papel de cada indivíduo no núcleo familiar. Embora as personagens femininas não possuam uma construção emocional tão presente quanto os rapazes Bo (George McKay) e Rellian (Nicholas Hamilton), cada um exerce um papel complementar na família e na narrativa, seja por meio da sensibilidade que afeta as decisões conjuntas ou a revolta que os instiga contra o sistema que veem durante a viagem. 

Outra questão importante é sobre o contato entre Ben e seus conhecidos, que o criticam fortemente pelo estilo de vida que tomou para si e sua família, tentando colocar na sua mente a necessidade de viver de acordo com os padrões para prover aos filhos o que é tido como "importante". Em diversas cenas, o protagonista prova que a educação que deu às crianças é superior a oferecida pelo sistema, desconstruindo os padrões estabelecidos e reforçando as falhas existentes no estilo de vida americano. 

Entretanto, ainda que sua família apresente diversos pontos positivos, os pontos negativos referentes à insegurança social e ao pouco conhecimento prático das crianças provam tanto para Ben quanto para quem assiste o filme que a solução não está no isolamento completo, e sim numa reformulação dos valores atuais na intenção de ter o melhor das duas realidades com máximo aproveitamento possível. 

O que mais me apaixonou no filme, além do estilo de vida dos personagens e o elenco em si, é perceber que os personagens não são revoltados ou anarquistas, mas sim libertários. A história é construída sobre um amor altruísta, em que o pai abriria a mão dos próprios filhos pela felicidade deles, em que as escolhas dos mais novos são debatidas em uma discussão saudável e que todos os problemas são solucionados com esse amor em primeiro lugar, antes do orgulho pessoal ou o de qualquer manifestação do egoísmo. A construção de uma sociedade ideal retratada pela família vai muito além da igualdade, chegando até aos valores sociais pautados em sentimentos sinceros e uma comunhão equilibrada. 

Capitão Fantástico possui uma fotografia incrível, o espírito independente existente em torno do enredo é retratado na montagem, na produção, na caracterização dos personagens e principalmente nos cenários. Minha cena favorita acontece no final do filme, num momento musical em que uma paz enorme invade a qualquer um que reconheça a ideia a ser transmitida, mas assumo que o filme me tomou por inteiro do começo ao fim, desde as cenas tocantes até as mais engraçadas. 

Detalhes:
Lançamento: 22 de dezembro de 2016
Dirigido por: Matt Ross 
Gênero: comédia dramática
Duração: 1h58min
Nacionalidade: EUA
Trailer do filme: aqui
Classificação: 

5 minas do YouTube que me inspiram

Alô, alô vocês
O YouTube é uma daquelas redes que te consomem facilmente. Você começa assistindo uma vídeo aula e termina entendendo como as minhocas perfuram a terra, você vê um clipe de uma música nova e acaba descobrindo três artistas interessantes, você procura uma receita e acaba vendo experimentos com elementos químicos desconhecidos. Enfim, é um lugar incrível e lar das mentes criativas da atualidade. 
Entre criadores de conteúdo dos mais diversos gêneros, encontram-se mulheres que têm desenvolvido o conceito de vlog atualmente, transformando a rede num instrumento para difundir conhecimento e pensamentos importantes. Como uma pessoa apaixonada por bons talentos, e boas mensagens, fiz uma lista das cinco youtubers femininas que mais me inspiram, espero que gostem.
1. JoutJout 
A Júlia Tolezano, conhecida na internet como JoutJout, é uma das influenciadoras digitais da minha geração. Ela se tornou mais conhecida graças ao vídeo "Não tira o batom vermelho" em que fala sobre relacionamentos abusivos, desde então, seu trabalho tem se desenvolvido muito e o canal aborda temas diversos do cotidiano, desde pensamentos da própria Júlia até reflexões importantes sobre a nossa sociedade. O inspirador sobre ela é que, através da simplicidade no vestuário e na forma de falar nos vídeos, ela conversa com seus seguidores sobre aflições que todo mundo tem, quebrando tabus e mostrando uma perspectiva mais positiva acerca dos problemas levados ao canal. 

Conheci-a em 2015 e desde então acompanho seu trabalho, responsável por desconstruir muitos pensamentos que antes eram assustadores pra mim. A JoutJout é encantadora dentro da sua personalidade e da sua visão do mundo, buscando reivindicar os direitos da geração por meio de seus vídeos. 
Link do canal: aqui 
Meu vídeo favorito: É óbvio que você tá ansioso

2. Louie Ponto
O canal da Louie é um dos meus mais recentes amores. Conheci o trabalho dela há algum tempo por meio da página Quebrando o Tabu no Facebook, mas só passei a admirar e seguir suas atividades nesse mês de junho, quando assisti o vídeo sobre dia dos namorados e acabei escrevendo um texto enorme acerca do assunto. A Louie é um dos ícones de representatividade LGBT no YouTube, no seu canal a discussão sobre gênero, sexualidade e representatividade são recorrentes e consistentes no que diz respeito à informatividade aos seus seguidores.

Ela transparece ser um doce de pessoa, tratando temas diversos com sua personalidade divertida e sincera. O que me inspira sobre ela é ver como ela enfrenta a timidez e seus próprios medos na frente da câmera, falando sobre assuntos complicados com simplicidade e bom humor. 
Link do canal: aqui

3. Nátaly Neri
A Nátaly, do canal Afros e afins, é um ícone da representatividade negra do YouTube. Ela é uma das mulheres mais empoderadas, fortes e decididas que eu já conheci por meio da internet e por isso a admiro muito, justamente pela energia que ela passa aos seguidores com seus vídeos sobre os assuntos mais variados e importantes possíveis. Quando eu vi a colaboração que ela fez no canal da JoutJout fiquei surpresa com a personalidade dela, mas depois de afundar em seus trabalhos acabei transformando-a em uma das minhas inspirações cibernéticas mais importantes.

Pode parecer bobagem, mas a Nátaly ensinou para mim e para grande parte de seus seguidores a encontrar a própria força, a vencer dilemas como o racismo, o sexismo e os preconceitos sociais com um sorriso no rosto ao invés de uma revolta não saudável. Minha inspiração nela reside na capacidade que ela tem de transformar coisas ruins da vida em oportunidades para se aperfeiçoar e transformar a realidade em que vive em algo melhor. 
Link do canal: aqui
Meu vídeo favorito: Como eu aprendi a me amar 

4. Ellora Haonne 
Conheci os vídeos da Ellora pelo Facebook, confesso que no começo não me identifiquei muito com a personalidade dela, mas quando venci o pré-julgamento e me permiti assistir meia dúzia de seus vídeos descobri mais uma inspiração a ser ouvida. O que me marca na Ellora são as mensagens de amor próprio que ela carrega, a forma com que ela quebra os padrões de beleza impostos com um sorriso no rosto, o jeito natural que ela assume sua personalidade, seu jeito e seu corpo. 

A Ellora desconstrói tudo aquilo que não a agrada de um jeito bem sincero e pessoal, com a forma dela de se expressar e sem temer a opinião alheia, justamente por ela ter certeza da própria identidade. A inspiração que ela me trás tem a ver com isso, de abraçar a si mesmo, de se assumir diante do mundo e bater de frente com os padrões, a força que ela transmite com as reflexões dos vídeos é notável e importante para as meninas que acompanham o canal dela. 
Link do canal: aqui
Meu vídeo favorito: Porque mulher é vulgar?

5. Rayza Nicácio
Eu amo essa mulher! A Ray é uma das youtubers que eu conheço a mais tempo, ela tem uma influência imensa no meu processo de aceitação do meu cabelo e do meu estilo, eu a admiro muito não só pela beleza quanto pela personalidade. Embora ela tenha um canal voltado para beleza e cabelos cacheados, a Rayza me inspira muito quando entra no campo de estilo de vida, falando sobre as questões pessoais, sobre aceitação, autoestima e identidade.

O trabalho dela é repleto de amor, além de ser voltado para o público das mais variadas idades que estão querendo ajuda para compreender o próprio estilo e aceitar as diferenças existentes em torno dos cachos. Acredito no que ela tenta passar de mensagem aos seguidores e a determinação dentro do que ela faz acaba movendo dentro de mim esse sentimento de aceitação e força. 
Link do canal: aqui

E você, quais são as mulheres no YouTube que te inspiram?

O amor por trás da autossuficiência



O mês de junho é marcado pelas tradicionais festas juninas e também pelo famoso Dia dos Namorados, que é comemorado hoje mesmo. Ontem eu vi o vídeo da incrível Louie Ponto conversando sobre relacionamentos com seus inscritos, questionando o pensamento presente na sociedade de que a nossa felicidade está em outra pessoa, refletindo sobre a cadeia de opiniões padrões relacionadas ao fato de que uma pessoa deve estar num relacionamento ou então na procura de algum. As reflexões que ela provocou em mim foram suficientes para me instigar a vir falar disso aqui, não somente para divulgar a importante mensagem dela, mas para compartilhar meus próprios pensamentos acerca do tema. 

Projetar sua felicidade no próximo, buscando reconhecimento numa tentativa de fortalecer a própria autoestima, associar a felicidade à companhia e quase nunca a si mesmo é um hábito comum entre as pessoas. A sociedade, embora tenha enfrentado transformações, é fundamentada sobre valores tradicionais ligados ao casamento, à família, aos relacionamentos estáveis e principalmente às ideias envolvendo a tal da alma gêmea, a tampa da panela, a metade da laranja etc. A normalização e a romantização da concepção de que somos seres incompletos cria um pensamento muito insano que associa o estar sozinho com a solidão e a tristeza, como se fosse uma obrigação inerente à vontade de cada um estar em uma relação estável. 

Quando meu primeiro relacionamento veio ao fim, muitos amigos estabeleceram um julgamento claro relacionado ao fato da minha personalidade ser difícil de lidar, afirmando que havia algo errado comigo ou com meu antigo parceiro, que eu precisava mudar meu jeito de ser para atender ao que é "normal" para as pessoas, que eu iria entrar em uma outra relação em pouco tempo para "não correr o risco de ficar sozinha". Eu ouvi incomodada muitas opiniões relacionadas a um processo que somente eu entendi, enfrentei e senti, mas acabei não pensando muito sobre elas porque as encarei como uma tentativa de me ajudar a superar e de me fazer sentir melhor por causa do término. Somente quando cheguei à constatação do erro que cometi comigo mesma ao associar minha felicidade inteira sobre a pessoa com quem me relacionei, pude perceber a gravidade dos comentários e que o incômodo era motivado principalmente por discordar do que me foi dito.

Reconhecer que eu sou lar de sentimentos bons e redentora da minha própria felicidade me permitiu ver quão enraizada nas pessoas é essa ideia de que ser feliz sozinho é impossível, uma ideia difundida pelas músicas, pelas mídias e entre as gerações como uma herança. Reaprender sobre quem eu sou me fez perceber como eu comecei a julgar minha própria personalidade, como se fosse minha responsabilidade o que acontece com aqueles que se relacionam comigo, simplesmente porque estava dando ouvidos à padrões de pensamentos que não correspondem ao que eu acredito. 

É possível e necessário aprender ser feliz sozinho, é preciso entrar em relacionamentos com a consciência de que no final você vai ter a si mesmo, é preciso aprender que a reciprocidade mais importante é a pessoal, aquela que fomenta e cura toda decepção por transforma-las em aprendizado. Não me refiro somente a relacionamentos amorosos, somos acostumados a depositar nossa felicidade até mesmo em amigos ou em nossos familiares, construindo uma visão utópica de que eles são perfeitos e nunca irão embora, depositando nossas expectativas e felicidade sobre as pessoas como se elas fossem responsáveis por algo que nos é inato.

Eu acreditava com todas as minhas forças que a expressão pura do amor envolvia essa entrega completa a outra pessoa, que amar era apostar todas as suas fichas em alguém e perder noção de si mesmo para entrelaçar-se ao sentimento, transformando aquilo na única certeza inabalável em minha vida. Criei meu chão sobre esse conceito apenas para perceber da pior forma possível como eu estava errada, atravessando a desilusão e a decepção para encontrar a mim mesma e ver que o amor próprio é verdade mais certa que me pertence

O perigo por trás desse pensamento não permite o mal somente a si mesmo, como também acaba permitindo que certas situações dentro de um relacionamento passem em branco. Comportamentos abusivos, atitudes negativas e posturas desnecessárias tornam-se normais àqueles que preferem estar com alguém, a gente acaba percebendo isso eventualmente, mas nada é feito por acreditar que essas atitudes fazem parte do que é estar com alguém. Não, não faz parte. Não vale a pena permanecer com alguém que te faça mal, que te trate e destrate como bem quiser, que utiliza da sua personalidade para passar por cima de você, que te faz como ponte aos próprios fins, não vale a pena enfrentar situações como essa por temer ficar sozinho. A melhor companhia que temos é a nossa e não é justo trair a si mesmo para enquadrar-se a algo que não te corresponde. 

Eu não escrevo esse texto amargurada com um término ou por estar fora de uma relação, tenho plena noção de quão incrível é estar num relacionamento, quão bom é poder dividir seu mundo com outra pessoa e criar sentimentos por ela também, mas no Dia dos Namorados a pressão de estar com alguém se torna esmagadora e você acaba percebendo certas coisas que antes passavam despercebidas. Não tem problema "ser solteirona", "ficar para titia", "casar as amigas" ou qualquer coisa desagradável que já tenha sido dita sobre o fato de se estar sozinho, é melhor estar consigo do que com alguém que não seja capaz de fazer parte do Universo que tu és

Me agrada poder ir ao cinema com quem gosto, assim como me agrada ir ao cinema sozinha, sair sozinha, permanecer num parque repleto de casais com um bom livro e a minha própria companhia. Não quero desvalorizar ou soar como alguém que deixou de acreditar no amor, muito admiro esse sentimento e acredito que o amor próprio é uma das várias manifestações dele, uma manifestação que deve ser a origem de todas as outras formas de amar existentes. 

Estar sozinho não é a mesma coisa que ser sozinho, é uma escolha tão normal quanto a de quem escolhe estar em um ou em vários, primeiro porque a escolha de alguém não diz respeito a ninguém além de quem toma a decisão e segundo porque a necessidade de normalizar a autossuficiência é gritante numa sociedade que romantiza o abuso como parte da realidade das relações atuais. É indispensável, estando dentro ou fora de um relacionamento, aprender a curtir a si mesmo um pouco, seja por meio de um passeio, de um momento em casa ou vestindo-se da forma que mais lhe agrada. 

Portanto, esteja dito nesse dia dos namorados que o amor é incrível, mas o amor próprio é o piso indestrutível que devemos construir sobre nossos pés. O amor próprio é matéria prima da felicidade e de um amadurecimento capaz de transformar os sentimentos e as relações em experiências incríveis, não somente em uma necessidade irracional com finais negativos. 

A playlist Brasileiritas


Alô, alô amantes da música popular brasileira 
Cansada de escutar o mesmo pop de sempre, com mesmas batidas, mensagens e cantores, voltei-me às musicas brasileiras do Spotify. Depois de certo sofrimento tentando me desvencilhar das músicas sertanejas, dos forrós e ritmos que não me agradam, acabei percebendo que a maioria das listas eram compostas por gêneros diversos da música brasileira sem ter um direcionamento, o que me motivou a criar a minha própria playlist. Eis que surgiu a minha tão amada e aclamada Brasileiritas.

Após ter armazenado nessa lista cerca de noventa músicas variadas, comecei a conhecer novos artistas que antes desconhecia ou não reconhecia, seguindo indicações de amigos e familiares mais velhos que reconhecem o estilo musical que me agrada dentro do gênero nacional. Decidi por compartilhar essa playlist aqui a fim de receber mais indicações, conhecer novos estilos, ouvir outros sons vindos do Brasil e compartilhar meus próprios gostos. Espero que gostem da playlist e me afoguem de indicações para preencher meu domingo com músicas.